Sorriso de canto de boca

Gustavo adorava encontrá-la com aquele sorriso. Era um sorriso tímido, quase infantil. O lado esquerdo da boca se levantava enquanto o outro se esforçava pra manter a compostura. A isso somava um olhar pra baixo que não encarava, mas quando encontrava os olhos de Gustavo, era de um brilho molhado que dizia: “Te quero.”
Nesses encontros, os beijos, os abraços e os gemidos eram muitos. E pouco importava onde estivessem, numa cama, no sofá da sala, no carro em uma garagem. O que importava é que estivessem.
E nesse instante, os dois eram só amor.

Terça, 20 de setembro de 2011 às 09:37

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