À menina que lia

a menina que lia
          lia cummings
          lia Foucault
          lia Rosa
          lia Tolstói

Mas o amor não pareceu se importar
Com o tempo que troteava…

não escutava
o grito de Abelardo
nem o canto do Eduardo
que dizia à menina que lia:
“—dreads dying least;and less,that death should end”

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