A menina de pijama de flanela

Há vinte anos
Dormia eu ao lado dela
Dormia o pijama de flanela

No escuro e no frio
O laranja da lareira.
A única luz que era.

O silêncio instaurado
Nada havia que
Nada podia que
              ser falado. 
Só o sono 
              ser v(ela)do.

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