A um tio da Itália

“Sabe, como bom bolonhês, amo torres!” falou Renato para o amigo.
Apontando para o céu, ele comenta:
“Cada torre que construo, aponto o dedo para D’us e lembro a ele que existo.
Mas para isso, é preciso um esforço muito grande.
E no final de cada uma, recolher o que restou da autoestima.
Buscar o amor próprio.
E com isso construir novas estupas, minaretes e zigurates.
Assim mostrar que o amor é coisa da força humana. Não da fé. “

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