Na sua frente
Os pratos dançavam
Em cores e odores.
Lambia os dedos
Como que para não deixar nada para ninguém.
Na sua imensa barba, resto de comida guardada para depois.
Comia para suprir seu corpo famélico
Esquelético.
"Do fundo do estômago, o medo sobe até a cabeça estraçalhando cada idéia, impossibilitando um pensamento conexo e ideal…"
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