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Escritos antigos e (in)completos XVII
Dedo No Cu – Querfazerofavor?– Favor doquê?– De tirar o dedo do meu cu.– Ah! Pois não.… – Quer parar com isso???– Já tirei o dedo o que mais cê quer… Continue reading
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Escritos antigos e (in)completos XVI
quevontadeloucademeterfodercomvoce!!!!deitarteaquinaminhacamaechuparatéouvirumúltimogritodetezão!!!edepoisenfiarmeemticomtodoaforçaeveressasuavozesganiçadagritarpormais!!Nofinalgozaremtodosteuburacostesujaresóentãobeijartuabocacomdesejocomoquemdesejariaalgoalguémnoúltimodiadahumanidade! Continue reading
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Escritos antigos e (in)completos XV
Queria poder deitar minha boca nos teus peitos.Só nos peitos. Posso?Prometo que vou mordê-losJuro que vou chupá-losAdmito que vou lambê-losE se os lábios, os dentes e a língua não bastaremTenho minhas mão para acariciá-los a noite toda Posso? Continue reading
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Escritos antigos e (in)completos XIV
Do nada tão poético,Ao sublime do amor e da sedução,As palavras foram fluindo,Na direção do teus labios. Sorvidas no redemoinho ferozDe um beijo de prazer.Voltaram,Voltaram na forma de um gemido.Um gemido longo e profundo. Foi como se estivessem fugindoUma a uma.Lentamente. Nessa mesma boca,Junto ao gemido estava um sorriso.Os lábios vermelhos e quentesOs dentes brancos Continue reading
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Escritos antigos e (in)completos XIII
Quem será que completaráOs vazios da tua existência?Quem será que conseguiráExplicar a sua (f)utilidade?Quem será que te consolaráNa tua insigne tristeza? Continue reading