Memória do desejo (trecho)

Hoje acordei sonhando o corpo da mulher que amo.
Da alteza a belezura.
Cada curva, cada sarda, cada pelo, cada monte.
Como os quero!
Como os desejo!

Morder sua nuca refletida num espelho.
Beijar sua boca e sentir que a outra sua boca já está molhada.
Agarrar cada lado do seu corpo
Deslizar a mão pelas cinturas
E me perder nos quadris.

Virar você
E me embebedar de tantos praquês
Até tirar o meuseu fôlego.
Como amo seus peitos.
Eles me fazem duro só de pensar.

E nessa dureza deixar sua mão tomar para ela o que dela sempre devia ter sido.
E ver você e sua boca agigantar o que à minutos era algo tímido e sem graça.
E você se apoderar do meu prazer.
E fazer que eu esqueça o mundo e comece a pensar em uma coisa só:
A sua bucetinha.

Molhada, sinto-a com o joelho, com a mão, com o dedão do pé.
E a vontade dela aumenta.
Querer comê-la de tudo quanto é jeito.
Papai-mamãe, de lado, deitado, de pé , sentado, de frente, por trás.
Mas não sem antes brincar com ela, com um dedo.
Dois, talvez.
Por que não três?
Sei lá, confundir-me na aritmética dos dedos para depois me tornar um dentro de você.
Começar devagar, calmo.
“Só a cabecinha!”
E com vagareza e safadagem ir aumentando a animalagem e te devorar e ouvir seus gritos e suspiros enquanto balança os quadris e aperta a mulabanda me levando a ser cruel no sexo, com aquela crueldade gostosa de quem quer ir morar dentro de você.

Virar você, colocar de quatro, sentir você colocar um dedinho

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