Carpe diem, quam minimum credula postero

Sexo não é para ler, é para viver.
As dores, neste quesito, só se curam com a vida.
Palavra de quem teve uma vida sexual e afetiva bem ativa e dolorida.
Mas sexo não é ato, é sentido.
É estar lá, no presente, para viver o passado e glorificar o futuro.
Sexo é para um projeto de hoje, vivido com a sabeDORia de ontem, para se produzir o amanhã.
Enquanto estamos falando, terá fugido o tempo invejoso; colhe o dia, quanto menos confia no amanhã.

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