“…Urubù!”

urubuescorre
liquido verde vesicular,
desce pelas narinas e encontra na boca
o arroto azedo de um estar doente.

“não há nada demais com você além de uma virose
e o enjoo é normal em vista do seu quadro clínico!”
diz a medicina com seu olhar demente.

E o veneno que me mata aos poucos
Não mata os malditos vírus do meu corpo.

“Resistirò fino all’arrivo di Tex?”

Andrea Pazienza – Soto il cielo del Brasile

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