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Escritos antigos e (in)completos XXIII
Jung usava os óculos na testa pois a si não bastava enxergar com os olhos da face. Tinha que ver com os olhos da mente. 13/07/11 Continue reading
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Escritos antigos e (in)completos XXII
Mordeu meu medo a tartaruga. Ops, o sono… Morreu meu dedo a tartaruga Xiiiii, de novo. Mordeu meu dedo a cacatua. Ai, jesus… Que só erro. Morreu meu medo da cacatua. Mordeu meu dedo a tartaruga. Morreu o meu dedo de cacatua. Sei lá… Algo morreu de medo mordendo o dedo de tartaruga da cacatua. Continue reading
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Gato bobo
Gato bobo, gato bobo,Roda roda sem parar,Ainda cairá no bolo,Que procura sem cessar. Queria ser um gato,Pra em todo canto dormir,De gordo e de fatoGato bobo a sorrir. Cansei de perseguir,Gato bobo a sorrir,Mas tenho que aguentar,Esse bobo a miar. Olhe bem pra ele,Todo bobo, todo azul,Sorri de tão feliz,Come peixe pelo nariz. Vai-te embora,Bobo Continue reading
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Bastardo
Naquele dia teve a certeza de não haver nascido. Ouvia os gritos daquela senhora e tentava a todo custo ter compaixão e compreender o que se passava na cabeça dela. Amava-a como uma mãe. De fato, acreditava ele que assim o era. E talvez o fosse. Eram muito parecidos. Mas a Continue reading
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Coletivo
Antes de dormir Uma dúvida me assola. Se de camelo, Uma multidão é uma cáfila.De lobo, uma matilha. Quando os gigantes elefantesSe agrupam em uma manada. Por que acho estranhoNão achar coletivoPara um grupo de musaranho? Eu devo dizer:“Observem aquele enxame de musaranhos em nossa direção!!!”Ou ainda:“Aquele perigoso cardume de musaranhos merece nossa atenção!!!”Ou talvez Continue reading