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Escritos antigos e (in)completos XXVIII
Bananeira declamou o Sutra do Coração acreditando que isso traria paz e concentração. Mas nem tudo na vida dele era mais calma. É como se a cada dia uma hiroshima explodisse em sua mente. Suspirou e declamou: “Sobre o Ipê, Amarelo e marrom Pula, galho, galho, pula”. 12/07/2011 Continue reading
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Escritos antigos e (in)completos XXVII
Em algum lugar do labirinto Teseu perdeu o cachecol que desfiava pra guiá-lo de volta. Em cada centímetro de fio havia quilômetros de significados e eram eles que o prendiam ao caminho. Foi então que percebeu que não era prisioneiro das paredes mas de distâncias de lembranças. E o frio na alma o acalentou. 12/07/2011 Continue reading
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Escritos antigos e (in)completos XXVI
Todo o dia a mãe de Neko preparava sua lancheira. Dois sanduíches de grilo, sopa de rato, um oniguiri, suco de pardal e moti. Mas Neko estava cansado de comer sempre a mesma marmita. Até que um dia deram Paz para ele experimentar. Se refastelou, comeu tanto que até passou mal. Nunca tinha comido uma Continue reading
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Escritos antigos e (in)completos XXV
Simeão perguntou para Yeshua, durante a camiinhada na praia perto do barco: “Quem autorizou as pessoas a nos fazer sentir culpados por coisas que não podemos fazer?” Yeshua calmamente respondeu: “Pergunte ao nosso pai!” 13/07/11 Continue reading
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Escritos antigos e (in)completos XXIV
Wilfredo era um sapo sofregão. Toda noite coachava o mesmo refrão. Sou eu, Ou não? Sou eu, Ou não? Morreu bulímico, Wilfredo, o reclamão. 13/07/11 Continue reading