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Escritos antigos e (in)completos XII
Desvãos,Desviados,Desvario… Como pode compreender o superficial,Se no interior há tamanho vazio ?E o amor que ali havia,Para onde foi? Não, não venha nãoAs canções não tem sentidoSó som.Não, deixa pra lá.Você só vai sofrerSe machucar.E ainda assim não vai entender o que é o amor. Na penúria dos sentidos,Mendigo um carinho,Imploro um beijo,Pra sonharAmor Não, Continue reading
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Escritos antigos e (in)completos XI
Como poderíamos nos perder nestas linhas e conexões,Querendo encontrar no delírio eletrónico.Uma pessoa,Uma verdade. Talvez hajam alguns misunderstoods,Mas as interpretações jamais falsas,Incompletas, talvez… Se me prendo a alguns detalhesÉ porque me falta substância.Em letras, codes e uncodesPouco se encontra ao que se apegar. Portanto, cara caipirinha,De vestido de xitaCom rendas e babado,Fita vermelha no cabelo,E Continue reading
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Escritos antigos e (in)completos X
A carcaça está viva. Viva!!!A carne está sã. Glória!!!EnapodridãodospodresHá de definharCom o resto.Se é que há sobrasDaquilo que se chama alma. Dor, desespero e sofrimento. Continue reading
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Escritos antigos e (in)completos IX
Da dor de viver me veio a idéia.Da morte, de morte, do morto.Cansado estou.Angustiado demais.O desespero é meu,Todinho meu. Pra me acabar,Sem nada ter realizado.Pra me destruir.Destruir ? Não!!!O desespero não pode destruir o que já está morto…Só resta a carcaçaSó resta isso A carcaça. Continue reading
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Escritos antigos e (in)completos VIII
Cancele todos os sentimentos,Anule as idéias,Delete seus sonhos.No espaço cibernéticoO inferno o queimará. Não será deixado ilesoUm neurônio sequer.Em um nó desta teiaA morte o espreitará Espere pouco das Ajudas,O assistente te trairá.E no desespero das esperasSuas idéias serão minhas. Continue reading